domingo, 22 de novembro de 2009

COMÊNIO, PRESENTE EM NOSSOS DIAS!

Em meu cotidiano escolar encontro os quatro elementos da pedagogia de Comênio, pois procuro sempre enfocar minhas aulas no aluno, planejo pensando nas necessidades da turma e especial de cada criança, busco realizar atividades que despertem atenção e conhecimento de meus alunos, respeitando sempre a capacidade cognitiva de cada um, bem como a interpretação da criança. Além disso, procuro trabalhar a igualdade e respeito ao próximo, sem restrição quanto ao sexo, classe social, etnia ou necessidade especial. Trabalho com uma turma de inclusão, onde há duas crianças com necessidades educacionais especiais, isto me levou a trabalhar desde o início do ano a questão da aceitação do outro, o trabalho deu resultado e hoje tenho uma turma maravilhosa. Acredito que o trabalho pedagógico deve iniciar a partir da necessidade e interesse do aluno, sei que no nível que trabalho (educação infantil) isto é fácil, mas temos que lutar sim para trabalhar conteúdos com objetivos reais e interessantes para nosso aluno.
Assim como Comênio acredito que o bom relacionamento entre professor aluno é fundamental para um trabalho de sucesso, por isso procuro sempre estar próxima ao meu aluno, conhecendo suas dificuldades e se mostrando amiga, bem como a família, pois também defendo um bom relacionamento entre escola e família, pois são instituições primordiais para o desenvolvimento da criança e para busca de solução de possíveis dificuldades.

Postagens referentes ao mês de Setembro

"COMÊNIO"

O nome Comênio é o aportuguesamento da assinatura latina (Comenius) de Jan Amos Komensky, nascido em 1592 em Nivnice, Morávia (então domínio dos Habsburgos, hoje República Tcheca). O pensador Comênio foi filho único de um casal de membros do grupo protestante Irmãos Boêmios. Na Universidade de Heidelberg (Alemanha), se entusiasmou com as idéias de filósofos que criavam uma concepção de ciência baseada no empirismo. Seguiu carreira religiosa e teve de fugir para a Polônia quando, no início da Guerra dos 30 Anos, em 1618, o rei Ferdinando II decidiu reimpor o catolicismo na Boêmia. Sua revolta com a situação o levou a escrever obras filosóficas e pedagógicas satirizando a ordem vigente e propondo mudanças radicais. Essas idéias seduziram pensadores da Inglaterra, que o convidaram a trabalhar no país, mas o projeto foi abortado pela eclosão da Guerra Civil Inglesa, em 1642. Tentativas de reforma escolar a pedido dos governos da Suécia e da Hungria acabaram fracassando – em parte por causa da insistência do pensador em divulgar sua “pansofia”, sem sucesso – e ele voltou para a Polônia. Comênio teve novamente de fugir de uma guerra civil e estabeleceu-se em Amsterdã, onde permaneceu até morrer, em 1670. Por essa época, seus livros de texto ilustrados para o aprendizado de línguas e ciências tinham se tornado uma bem-sucedida novidade nas escolas da Europa.

Quando se fala de uma escola em que as crianças são respeitadas como seres humanos dotados de inteligência, aptidões, sentimentos e limites, logo pensamos em concepções modernas de ensino. Também acreditamos que o direito de todas as pessoas – absolutamente todas – à educação é um princípio que só surgiu há algumas dezenas de anos. De fato, essas idéias se consagraram apenas no século 20, e assim mesmo não em todos os lugares do mundo. Mas elas já eram defendidas em pleno século 17 por Comênio, o pensador tcheco que é considerado o primeiro grande nome da moderna história da educação.

A obra mais importante de Comênio, Didactica Magna, marca o início da sistematização da pedagogia e da didática no Ocidente. A obra, à qual o autor se dedicou ao longo de sua vida, tinha grande ambição. “Comênio chama sua didática de ‘magna’ porque ele não queria uma obra restrita, localizada”, diz João Luiz Gasparin, professor do Departamento de Teoria e Prática da Educação da Universidade Estadual de Maringá. “Ela tinha de ser grande, como o mundo que estava sendo descoberto naquele momento, com a expansão do comércio e das navegações.”

segunda-feira, 20 de julho de 2009

RECUPERAÇÃO/ SEMINÁRIO INTEGRADOR!

PROJETOS DE APRENDIZAGEM
Ao longo do semestre a realização dos novos projetos de aprendizagens me trouxeram novos conhecimentos, a realização dos mapas conceituais foi uma atividade prazeirosa e muito rica.

MOSAICO ÉTNICO RACIAL!!


RECUPERAÇÃO/ QUESTÕES ÉTNICOS RACIAIS NA EDUCAÇÃO

DIVERSIDADE NA ESCOLA!

Muitos preconceitos partem da falta de conhecimento, acredito que nas questões etnicas e raciais isto é uma verdade. Quando passamos a conhecer e entender certa cultura aprendemos a respeitar.
O trabalho realiza com o mosaico foi um exemplo claro, pois através da atividade levamos famílias a conhecer sua história e descobrir suas raízes, o que antes trazia vergonha hoje é um orgulho.

RECUPERAÇÃO/FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO.

Que Auschwits não se repita!!!

È terrível pensar que a barbárie ocorrida em Auschwits teve por detrás pessoas com certo nível de educação. Quando se fala em educação logo imaginamos algo que trará liberdade e levará o ser humano a conviver melhor respeitando e sendo respeitado.
Devemos ficar de olhos abertos, pois em nossos dias muitas situações nos remetem a Auschwits, e pior dentro de instituições educacionais. O que está acontecendo? o que poderia levar as pessoas a conscientização de seus problemas, a educação, tem trazido discórdia e soberba.
A quem responsabilizar? A nós mesmos? As esferas superiores do poder?
È hora do ser humano parar e refletir a fim de encontrar o verdadeiro caminho!

RECUPERAÇÃO-EDUCAÇÂO DE PESSOAS COM NECESSIDADES EDUCACIONAIS ESPECIAIS

A VERDADEIRA INCLUSÃO...
Ao longo do semestre, muitas foram as aprendizagens adquiridas e considero a mais importante a descoberta do verdadeiro sentido da inclusão. Acreditava que conseguiria adaptar de diferentes maneiras alunas com inclusão, pensava que em algum momento conseguiriam acompanhar os ditos normais, mas aos poucos com a ajuda do PEAD e de colegas do PEAD que trabalham com inclusão pude descobrir o que realmente significa inclusão.
Hoje minhas alunas são aceitas e conseguem integrar-se com o grupo, conversam da sua forma, brincam e participam de forma igual com os demais, mesmo não acompanhando o que a escola atual considera um currículo a ser alcançado. Hoje vejo e questiono: Será que aprender as formas geométricas é mais importante que um carinho, um sorriso, correr de mãos dadas, pular, saltar e descobrirnovos horizontes?????